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E-commerce

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O que é e-commerce

E-commerce se trata de uma plataforma de vendas via internet que permite a expansão de papelarias ao utilizarem a ferramenta como complemento as lojas físicas.

As empresas brasileiras faturaram R$ 43 bilhões com o e-commerce em 2014. Segundo pesquisa divulgada pela consultoria Conversion após análise de 100 milhões de visitas, as transações em lojas virtuais cresceram 26% no ano passado. A tendência de crescimento dessa modalidade de comércio já impacta as papelarias, que buscam nas ferramentas on-line modos de ampliar a área de atuação.

Diferencial competitivo

A atuação na internet é vista pelos empresários de papelaria como um diferencial competitivo. Em um mercado fortemente marcado pela presença física no ponto de venda, as lojas virtuais funcionam como uma expansão desses espaços, que se limitam a horários e disponibilidade dos clientes.

“Temos a ferramenta de e-commerce estabelecida há cerca de seis anos. Eu vinha acompanhando o movimento do comércio, que já se aliava às novidades no setor de tecnologia. E tudo apontava para essa tendência. Se eu não fizesse isso, perderia o bonde da oportunidade”, revela Vera Christina, proprietária da Papel Fantasia, de São Paulo.

Implementada com investimento inicial de R$ 2.500 em 2009, a loja virtual da Superinteressante responde, atualmente, por 15% do faturamento da papelaria. Jakson revela alguns cuidados básicos na implementação e gerenciamento da plataforma, cujo “habitat natural” exige dinamismo.

“Eu passei o que queria a uma empresa especializada, que tocou o projeto. Essa empresa montou o site e, após isso, contratamos um funcionário para abastecer e administrar o conteúdo com produtos e promoções”, relembra.

A estrutura básica pensada por ele baseia-se no destaque à marca da empresa no topo da página, que é seguida, logo abaixo, pelas principais categorias, em ordem de importância. Primeiro os grupos principais, onde estão os fabricantes e, depois, os subgrupos, onde aparecem os produtos oferecidos. Mas essa não é uma fórmula fechada.

“Teremos algumas pequenas modificações. Depois do volta às aulas, por exemplo, adicionaremos um espaço para o orçamento de listas. Atualmente, só temos os produtos listados de modo individual, o que restringe as opções oferecidas ao consumidor”, projeta Jakson.

VOLTA ÀS AULAS

Os períodos de volta às aulas são o ponto alto do movimento nas papelarias brasileiras. Munidos das listas de materiais repassadas pelos colégios, pais saem à caça das melhores ofertas dos produtos desejados pelas crianças. Mesmo que o foco principal ainda seja em pontos de venda físicos, as lojas virtuais já exercem papel relevante no cenário.

 

“A loja física ainda vende mais que a virtual. Já fizemos algumas ações de e-mail marketing e estamos pensando em outras formas de investimentos, além de melhorar a visibilidade do site. A expectativa é de estabilidade neste volta às aulas”, calcula Vera.

A visão estratégica da empresária paulistana é corroborada por Jakson, dono de um dos melhores e-commerces do Paraná, segundo elogios feitos por clientes e reproduzidos por ele. O papeleiro revela que a modalidade virtual não é majoritária, mas tem um bom futuro.

“Para este volta às aulas, o e-commerce ainda não tem uma participação expressiva. Mas, com o passar dos anos, a tendência é crescer. Com os avanços na segurança, novas promoções e a
familiarização do cliente com a ferramenta, em breve poderemos ter até, quem sabe, duas lojas: uma física e outra virtual”, projeta o empreendedor.


PROGRESSO

O e-commerce ganhou real popularidade a partir de 1995, com a criação do primeiro portal de compras via internet: o Amazon.com, nascido em Seattle, nos EUA. Desde então, o crescimento e popularização da rede mundial de computadores impulsionou as compras feitas através dela, em um movimento natural.

A partir de então, a modalidade foi crescendo ano a ano. Atualmente, as ferramentas de e-commerce são utilizadas com dois intuitos. De um lado, existem aquelas que atuam exclusivamente em âmbito virtual. Do outro, as que atuam como extensões das lojas físicas. Esta modalidade se encaixa à realidade do setor de papelaria, que passa pela fase de adaptação aos novos tempos.

“O início foi complicado, até porque tínhamos a questão da segurança. Muitas pessoas tinham medo de comprar pela internet. Mas, hoje em dia, o e-commerce é uma ferramenta essencial para a Superinteressante, e quem não tem está perdendo”, alerta o empresário catarinense.

 

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